Seminário Unb fora do Armário e I Marcha Nacional contra a Homofobia


25
Mai
2010

Construindo Diálogos por um Brasil Fora do Armário!

por Rídina Motta e Vinícius Alves

Entre os dias 17 e 19 de Maio de 2010 Brasília foi palco de diversas atividades contra a homofobia que culminaram na realização da I Marcha Nacional LGBT.

O evento contou com a presença de 3mil pessoas vindas de todos os estados do País e que marcharam reivindicando a criminalização da homofobia e a aplicação do Plano Nacional LGBT - que visa garantir a cidadania plena a Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Sem dúvidas, a Marcha configurou-se como um grande divisor de águas para o Movimento LGBT Brasileiro, que levou às ruas pela primeira vez em um calendário unificado seus protestos, suas bandeiras e indignações frente ao fundamentalismo religioso e aos setores conservadores da sociedade, que impedem até hoje cidadãos LGBT de terem leis aprovadas e direitos equiparados.

Nos dias 17 e 18 de Maio, a Juventude da ABGLT, juntamente com a UNE, através de sua Diretoria LGBT e dos DCEs da UnB e UCB realizaram o I Seminário UnB Fora do Armário, que contou com a presença de lideranças do movimento LGBT, bem como representantes do Legislativo e do Executivo no Brasil.

Durante os debates foi ressaltada a urgência e importância de trazer para dentro da Universidade a pauta LGBT em defesa da diversidade sexual, colocando o ensino superior como um local estratégico para a operarmos transformações reais que queremos ter na sociedade.

Os debates do UnB fora do Armário reforçaram essa necessidade da luta contra a homofobia dentro do espaço universitário, especialmente quando vimos no último período casos de agressão a estudantes homossexuais, seja nas Casas de Estudantes, nos jornais de Centros Acadêmicos ou por parte da própria homofobia institucional operada por seguranças de algumas Instituições de Ensino (IEs).

Além de denunciar esses atos de homofobia o seminário pautou também a necessidade de mudanças administrativas e curriculares capazes de atender as demandas dos LBGT’s na universidade e na Educação brasileira.

O uso do nome social de travestis e trasexuais é um desses pontos fundamentais de reivindicação, que traz consigo também a reflexão crítica e a denuncia de exclusão que sofrem ainda essas e esses cidadãos no processo educacional brasileiro.

O Seminário UnB Fora do Armário, bem como a Marcha LGBT nos mostram a importância que tem nos organizarmos cada vez mais para dentro e fora da Universidade, rompendo com paradigmas conservadores e heteronormativos que ainda constituem e sustentam setores da sociedade brasileira e de nossas universidades.

A Universidade deve se constituir em espaço público de produção do conhecimento que se volte para a emancipação de todas e todos, rompendo com preconceitos e formando seres sociais reais, capazes de operar as mudanças necessárias na construção de uma sociedade cada vez mais justa, radicalmente democrática e igualitária.

É chegada a hora de pensar a inclusão dessas e desses cidadãos em todos os espaços, com respeito e condições reais e materiais de viver uma cidadania plena, com acesso a educação, trabalho, lazer e tudo mais.
É preciso construir cada vez mais diálogos que voltem-se à sociedade resignificando a diversidade como um valor humano saudável e a ser preservado, no lugar de visto como uma ameaça a ordem, a vida ou a moralidade humana.
Construir uma sociedade e uma Universidade sem homofobia, lesbofobia, transfobia e operar essa transformações reais é papel da Juventude da ABGLT, da União Nacional dos Estudantes e de cada um de nós que acreditamos nessa luta.
Todas e todos rumo a II Marcha Nacional Contra a Homofobia - Maio 2011, até que todas nós LGBT sejamos livres!
Viva a Marcha Nacional Contra a Homofobia!
Viva a Juventude da ABGLT!
Viva a União Nacional dos Estudantes!
Até a vitória!

*Rídina Motta é 1ª Diretora LGBT da UNE
**Vinícius Alves é da Associação Beco das Cores (BA) e membro da Comissão Política Nacional da Juventude da ABGLT

Estudantes protestam em obra do Campus da UnB do Gama


6
Mai
2010

PROTESTO - 05/05/2010

Estudantes protestam em obra do Campus do Gama

Os alunos reivindicam a rápida conclusão das obras e que as datas de entrega dos prédios sejam respeitadas
Isabela Azevedo - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Cerca de 40 alunos da Faculdade UnB Gama fizeram um protesto no local onde está sendo construído o campus da cidade para reivindicar a imediata conclusão das obras. Desde a inauguração dos novos cursos de engenharia, em 2008, os estudantes assistem às aulas no antigo fórum da cidade e em salas de aula no estádio do Bezerrão. O protesto teve início às 11h30.

Os manifestantes se reuniram na sede provisória da faculdade e seguiram em carreata até o terreno onde estão sendo erguidos os prédios. Eles passaram pela porta, que estava aberta, e não encontraram dificuldade para permanecer na área da construção. Lá, eles comeram um bolo. Saíram às 13h30.

As obras do campus começaram em novembro de 2008 e estavam marcadas para terminar em novembro de 2009. “A última data que nos foi prometida para a entrega dos prédios é justamente hoje, dia 5 de maio. Queremos uma data concreta”, reivindica Yuri Soares, representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Segundo o Centro de Planejamento Oscar Niemeyer (Ceplan), que supervisiona a construção, o campus será entregue no dia 15 de novembro. A obra é de responsabilidade da Novacap, empresa do governo do Distrito Federal.

“Nesse prédio do fórum, não há biblioteca ou restaurante universitário. As salas são pequenas e insuficientes”, reclama o diretor político do Centro Acadêmico das Engenharias da Faculdade do Gama, Luan Rodrigues. Representantes do Sintfub compareceram ao protesto em apoio ao movimento estudantil. “A situação daqui é realmente muito precária. Por outro lado, temos que entender que isso faz parte da história da universidade. O início do Campus Darcy Ribeiro também foi assim”, ponderou Cosmo Balbino, coordenador geral do sindicato.

As obras do campus do Gama estão sendo executadas pelas empresas Manchester Construtora e Contarpe Engenharia. Segundo o Ceplan, as obras foram adiadas em novembro devido ao período chuvoso. Desta vez, o problema estaria sendo provocando pela Contarpe Engenharia, que contratou uma outra empresa para fabricar certas estruturas que são montadas no local da obra. O fornecimento desse material está atrasado. A Faculdade do Gama tem 950 alunos e abriga os cursos de Engenharia de Software, Engenharia Eletrônica, Engenharia Automotiva e Engenharia de Energia.

Tramita na 2ª Vara Federal um pedido de reintegração de posse de áreas da Fazenda Ponte Alta, onde está sendo construído o campus do Gama. A ação foi ajuizada pela Cepasa Construtora Empreendimentos e Serviços Ltda, que alega ser a real proprietária das terras. A Terracap reafirma que espaço cedido à UnB pertencia ao Governo do Distrito Federal. Saiba mais aqui.

CAMPUS DE CEILÂNDIA – Mariana Cruz, coordenadora do Centro Acadêmico de Fisioterapia, da Faculdade UnB Ceilândia, compareceu ao protesto no Gama para reivindicar a conclusão das obras do Campus de Ceilândia, que também estão atrasadas. Atualmente as aulas da faculdade, focada na área de saúde, estão sendo ministradas em uma escola de ensino médio e em uma escola técnica da cidade. “Quando estávamos no primeiro semestre, não havia tanto problema, pois as aulas eram mais teóricas. Agora, a falta de estrutura está nos prejudicando muito”, destaca a estudante.

As obras do Campus de Ceilândia são de responsabilidade da Novacap e estão sendo executadas pela Uni Engenharia. De acordo com a Ceplan, o atraso foi provocado pelas mudanças de governo no Distrito Federal. O valor de alguns contratos não estariam sendo repassados às construtoras.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Vídeo abaixo:

Explicação do fiscal

Relato da CONAE 2010


9
Abr
2010

Entre os dias 28/3 e 1/4 foi realizada em Brasília a Conferência Nacional de Educação, fórum que reuniu mais de 3000 delegados representando todos os estados brasileiros e que teve como prioridade discutir a construção do novo Plano Nacional de Educação (2011 – 2020) e o Sistema Nacional Articulado de Educação.

No ano de 2009 foram realizadas as etapas municipais, intermunicipais e estaduais da Conferência, que discutiram propostas que foram acrescentadas ao texto base da Conferência e onde foram eleitos delegados para a etapa nacional. Acreditamos que foi um acerto político por parte do Governo Lula definir as bases do novo Plano Nacional de Educação através de um processo de Conferências desde a base. Diferentemente dos PNEs anteriores, neste momento o conjunto da sociedade civil tem a oportunidade de defender suas propostas e incidir no PNE e no Sistema Nacional Articulado de Educação. Isto fez da CONAE um espaço muito importante no que diz respeito à disputa dos rumos da educação brasileira.

Entendemos como um grande equívoco a opção dos setores de ultra-esquerda em não participar do processo da Conferência Nacional de Educação, enquanto delegados ou no mínimo observadores, a exemplo do ANDES-SN que se retirou da Comissão Organizadora. Estes setores acreditavam que a Conferência seria apenas um meio para o governo legitimar suas políticas e que, sendo assim, participar desta significaria referendar as mesmas. Omitir-se em participar neste espaço é uma irresponsabilidade perante a disputa entorno da aprovação do PNE e o debate em defesa do fortalecimento da educação pública que historicamente estes coletivos e movimentos construíram conosco. De antemão já deixamos claro que não faremos coro com estes setores quando da homologação do PNE 2011-2020, afirmarem “este não é o nosso PNE”, pois, na lógica do “quanto pior melhor”, se recusaram a discuti-lo e permitiram com que o campo conservador tivesse mais espaço. Por outro lado, não nos omitiremos em apresentar nossa avaliação crítica do processo e do conteúdo do novo PNE, mantendo nossa autonomia frente ao mesmo e construindo lutas entorno de nossas bandeiras, possuindo a legitimidade de ter nos esforçado em disputá-lo e se necessário, cobrar alterações.

Avaliamos como muito negativo o atual grau de desarticulação do movimento social de educação e do Fórum em Defesa da Escola Pública, gerada principalmente pelas divergentes análises da conjuntura educacional no decorrer do Governo Lula, em detrimento da construção da unidade entorno de nosso projeto histórico e atuação comum no atual cenário. A fragmentação da esquerda apenas fortalece a direita na disputa dos rumos do governo federal.

Da mesma forma, compreendemos que poderia ter sido mais expressiva a atuação dos setores do movimento educacional que optaram por disputar os rumos da CONAE. A falta de orientação por parte da UNE e da UBES para o conjunto do movimento estudantil, por exemplo, reduziram o potencial e a qualidade da intervenção dos estudantes presentes nas Conferências de base. O processo da CONAE deveria ser aproveitado como uma importante oportunidade para a UNE propagandear e defender desde a base nos municípios o nosso Projeto de Reforma Universitária (atual PL 5.175/09), aprovado no último CONEB em Salvador, tanto nas Conferências como para além destas, levando este debate para as universidades. Apesar da UNE e UBES possuírem uma boa visibilidade na CONAE, a maioria dos estudantes presentes como delegados na CONAE não era militante do movimento estudantil.

Certamente se tivessem ocorridos um maior grau de unidade e mobilização do movimento educacional desde o início do processo da CONAE, propostas mais avançadas teriam chego à etapa nacional, pois para que alguma proposta definida na base constasse no texto base desta última, tinha de ser deliberada por 5 estados. Foram tão poucas as propostas que passaram por esta clausula de barreira, que a comissão organizadora teve de disponibilizar um caderno constando propostas para os eixos que não foram deliberadas por 5 estados, mas que foram escolhidas por esta comissão, o que pode ter levado a uma série de direcionamentos políticos.

Apesar dos problemas metodológicos ocorridos na CONAE e a má condução dos trabalhos em diversos eixos temáticos, foram realizados diversos colóquios e palestras muito interessantes e com boas intervenções. Nestes debates pudemos perceber que era reduzida a presença dos setores conservadores na CONAE, havendo poucos delegados que fizeram a defesa do ensino privado e a divisão de verbas públicas com este setor, por exemplo.

No último dia foi realizado um ato com o presidente Lula, ministro da Igualdade Racial Elói Araujo e com o ministro da educação Fernando Haddad, onde ressaltaram principalmente os avanços mais recentes na área educacional por parte do governo federal, como o FUNDEB, o estabelecimento do piso nacional do magistério, as políticas de ações afirmativas, o aumento de vagas no Ensino Superior e o orçamento do MEC que foi multiplicado por 3 nestes últimos 8 anos. Haddad ainda colocou que dever ser estabelecida uma mesa permanente de negociação entre os sindicatos docentes e o governo para definir reajustes periódicos do piso salarial. Lula também criticou a falta de divulgação da CONAE por parte da mídia brasileira – que divulgou principalmente a manifestação realizada no primeiro dia por estudantes e docentes da UnB, que atualmente estão em greve devido ao corte de parte dos salários dos professores desta universidade.

Em relação às deliberações da CONAE, estabelecemos uma série de avanços para as políticas educacionais brasileiras no próximo período. Foi definido que gradualmente até 2014 serão investidos 10% do PIB em educação no país e que 50% do fundo social do Pré-Sal deve ser destinado para educação; que recursos públicos devem ser investidos apenas na educação pública; que deve ser incrementada a expansão da educação pública presencial; em relação ao Ensino Superior, até 2020 60% das matrículas devem ser em instituições públicas e 40% em privadas; que 50% das vagas nas universidades devem ser destinadas a estudantes egressos de escolas públicas, respeitando a proporção de negros/as e indígenas em cada estado de acordo com os índices do IBGE; o fim dos cursos pagos de pós-graduação nas IES públicas; eleições diretas para eleição de diretores de escolas; a ampliação de direitos para os trabalhadores em educação; avanços para a educação inclusiva e para uma educação não racista e não sexista; dentre vários outros pontos que estarão disponíveis de forma sistematizada em breve.

Também foi deliberada a construção do Fórum Nacional de Educação, com vistas a dar continuidade, como instância consultiva, de articulação, organização, acompanhamento da política nacional de educação e de coordenação permanente das conferências nacionais de educação, no âmbito do Sistema Nacional Articulado de Educação.

Avaliamos que poderíamos ter avançado em diversas questões ainda nesta CONAE, como na questão da efetiva democratização da educação brasileira e suas instituições de ensino, conquistando a participação paritária nas instâncias de discussão, por exemplo. Porém o fato de importantes setores do movimento educacional ter optado em não disputar as etapas da CONAE, fez com que menos propostas avançadas chegassem à Brasília.

De acordo com as definições da CONAE também deverão ser estabelecidos Planos Estaduais e Municipais de Educação, após a aprovação do Plano Nacional de Educação (2011-2020). O PNE será discutido pelo Conselho Nacional de Educação e deverá ser aprovado sob projeto de lei no Congresso Nacional, o que ocorrerá possivelmente até o próximo ano.

Devemos ficar atentos e mobilizados para que as principais propostas sejam aprovadas no Congresso e que o próximo governo federal não vete nenhuma proposta ou meta avançada e as implemente!


Por um PNE Democrático e Popular!!

Pedro Sérgio da Silveira

DCE-UFSM

1º Diretor de Movimentos Sociais da UNE

Estudantes da Ceilândia lutam por obras no campus da UnB


27
Nov
2009

Estudantes do campus Ceilândia da Universidade de Brasília realizaram na última semana atos na reitoria da Universidade e no campus local. A pauta central de reivindicações é pelo andamento e conclusão das obras estruturais do campus.

Segue matéria da TV Globo no DF TV sobre o ato na Reitoria na quinta 19/11:

http://www.unb. br/noticias/ unbcliping- tv2/2009/ Nov/19/821085. wmv

E matéria da Record no DF Record sobre o ato em Ceilândia, no dia seguinte, 20/11:

http://www.unb. br/noticias/ unbcliping- tv2/2009/ Nov/20/821536. wmv

 

E segue a luta!!!

Vitória da JPT e da Reconquistar em Feira de Santana


23
Nov
2009

Aconteceu nos últimos dias 10, 11 e 12 de novembro o processo eleitoral para o Diretório Central de Estudantes da UEFS – Universidade Estadual de Feira de Santana.

 

Pelo segundo ano consecutivo, a Reconquistar na Universidade conseguiu protagonizar uma chapa de oposição à gestão imobilista conduzida pelo PSOL que há anos dirige a entidade.

 

Um dos pontos centrais do programa da chapa OPTAR foi o debate sobre a garantia da Assistência Estudantil e uma polí­tica de permanência de qualidade na universidade.

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A UEG e um projeto democrático e popular para Goiás


18
Nov
2009

* João Felipe Fleming

A crise capitalista (oriunda da contradição entre a capacidade cada vez maior da produção social, frente à capacidade efetiva de consumo da sociedade) exige que rediscutamos os marcos de um novo modelo de desenvolvimento para o país e para o Estado de Goiás.

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Escolas latino-americanas, médicos do povo para o povo


17
Nov
2009

Escrito por Emir Sader, em seu blog

Há 10 anos que se estão formando as primeiras gerações de médicos de origem pobre na América Latina. Não estão sendo formados pelas excelentes universidades publicas latinoamericanas, que têm os melhores cursos tradicionais de medicina do continente. Nem falar das universidades privadas.

Eles estão sendo formados pelas Escolas Latinoamericanas de Medicina, projeto iniciado há 10 anos em Cuba e que agora já conta com uma Escola similar na Venezuela e tem projeto de ampliar-se para países como Bolívia e Equador. São selecionados estudantes por cotas de movimentos sociais -originários do movimento camponês, do movimento negro, do movimento sindical, do movimento indígena e de outros movimentos sociais -, se tornam alunos do melhor curso de medicina social do mundo e retornam a seus países para praticar os conhecimentos adquiridos não na medicina privada, mas na medicina social, pública, nos lugares que os nossos países mais precisam, sem contar normalmente com os médicos formados nas universidades tradicionais. Leia mais »

Tolerância nenhuma


17
Nov
2009

* Rodrigo Cesar

Tem sido através de muita luta, ao longo de séculos, que as mulheres vêm conquistando espaços públicos, no meio acadêmico, no mundo do trabalho, postos de hierarquia e poder antes impedidas de ocupar. Isto afronta uma ordem patriarcal, sustentada por homens e mulheres, que sempre as explorou na vida privada.

Sobrepondo as conquistas, ainda impera a lógica machista que impede a liberdade das mulheres nos mais variados ambientes. Em casa ou nas ruas, violentadas física, moral e psicologicamente, a responsabilidade pela origem dos atos machistas e sexistas recai injustamente sobre elas: “provocadoras”.É o que demonstra o episódio ocorrido, em São Bernardo do Campo, na Uniban, com a estudante Geisy. Leia mais »

Moradia Estudantil: um Direito à Cidade


17
Nov
2009

Frederico Perez Rodrigues Lima, Wanderson Pimenta, Efson batista Lima e Glória Cecília Figueiredo[1].

Segundo estimativa da Associação de Casas de Estudantes da Bahia (ACEB), existem em Salvador cerca de 50 (cinqüenta) residências estudantis, que abrigam em torno de 1.000 (mil) estudantes, na sua maior parte universitários, mas também secundaristas, em imóveis mantidos pelas Universidades ou Prefeituras Municipais[2]. Este contingente populacional é formado por estudantes, originários de famílias de baixa renda, sendo imigrantes oriundos de outros municípios ou estados e que precisam exercer seus direitos à moradia e à cidade[3] no período dedicado às suas formações. Leia mais »

DCE da UnB promove debate sobre a Comunicação no país


17
Nov
2009

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2375

Evento é uma preparação para a Conferência Nacional de Comunicação, que acontece em dezembro

João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Começa nesta quinta-feira e segue até sábado a 1ª Conferência Livre de Comunicação da Universidade de Brasília. A iniciativa do Diretório Central dos Estudantes (DCE), em parceria com centros acadêmicos e a reitoria, promete um espaço amplo para debater novas tecnologias e a democratização da informação na UnB e no país. O evento, no entanto, tem um contexto mais amplo: agregar material para o debate nas conferências Distrital e Nacional sobre o tema, reivindicadas há quase duas décadas por diversas entidades civis defensoras do direito à comunicação no Brasil. Leia mais »


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